- tente, recomeçar, mude, critique-se.
Veja o que você faz de errado, com quem.
Afinal, que mal tem você viver tentando buscar e oferecer o melhor a todos? Você faz parte disso, seja uma pessoa boa e ofereça você mesmo a outro. Ajude, busque entender... Escute!
Talvez, seja o maior defeito da sociedade moderna: Ouvir.
Você já ouve esperando que a outra pessoa pare de falar, e você comece a falar, não faça isso.
Seja diferente, seja você mesmo, ajude a você!
Liiipeee
Um blog pessoalmente fictício que eu insisto em imaginar.
Quem sou eu
- Liipee
- As palavras as vezes dizem tudo sobre a pessoa. As minhas tentam descrever sentimentos e fatos que realmente sonharia em acontecer.Enquanto acontecer, ainda estou vivo. Milagre.
Te explicando, você sabe.
E esse tempo de chuva chega, e logo me lembro daqueles dias que costumávamos ter dúvidas. Não mais. Chega de esperar sair da escola. Chega de praças, chega de corredores, ficaram pra trás, eu te digo. Chega de ilusões, amores desiludidos, movidos por paixões, vícios e sentimentos que nem ao mesmo sabem o que sentem, os sentimentos te enganaram. E logo eu..
Logo eu, que acreditei que tudo seria de acordo com o que disse. Por isso surtei, pensei: “ Que merda, o que fazer.” E você apareceu, e chovia.
Chovia, final de ano.. Como sempre chove e eu te vi.
Te vi, o cheiro de terra molhada entrou em meu nariz, os olhos lacrimejaram com aquele sorriso meigo, simples, consumista!
Eu já sabia como você era, não adianta tentar mentir. Não tente.
Estou fazendo tudo isso valer à pena, o que você passou; o que nós passamos, eu tento.
Correndo atrás dos meus erros, esquecendo paixões, desviando olhares, certando o coração.

Fico triste, você sabe... Soube que tal se desviou, outra surtou, outra chifrou. Uma caiu, uma sumiu, uma chorou. Uma em cada uma, uma vida, outra vida... Tudo vai caminhando e a gente nem percebe o quanto já andou. E as músicas que antes eram de tal, hoje são suas!
São suas, e eu não vou jogar fora algo assim tão bom. Que sentimento bom!
É porque meu amor; não vou suportar perder você, não mais. Mais uma vez não.
Eu te perdi, pra mim mesmo eu te perdi. Para o egoísmo, sei lá que tanto de sentimentos me fizeram a fazer tal besteira. Mas quero concertar as coisas, eu quero você...
Confie em mim que irei ver um mundo que existe atrás das coisas, luzes, sintonia: amor.
Na simplicidade do sorriso, da chuva, do beijo, do dormir... Do abraçar, do sentir, do chorar. Eu vou te mostrar...
Se me perderam? Perderam, agora é você.
Eu te amo... E como é bom ter esse sorriso comigo! É bom, passar mais um ano novo contigo!
Logo eu, que acreditei que tudo seria de acordo com o que disse. Por isso surtei, pensei: “ Que merda, o que fazer.” E você apareceu, e chovia.
Chovia, final de ano.. Como sempre chove e eu te vi.
Te vi, o cheiro de terra molhada entrou em meu nariz, os olhos lacrimejaram com aquele sorriso meigo, simples, consumista!
Eu já sabia como você era, não adianta tentar mentir. Não tente.
Estou fazendo tudo isso valer à pena, o que você passou; o que nós passamos, eu tento.
Correndo atrás dos meus erros, esquecendo paixões, desviando olhares, certando o coração.

Fico triste, você sabe... Soube que tal se desviou, outra surtou, outra chifrou. Uma caiu, uma sumiu, uma chorou. Uma em cada uma, uma vida, outra vida... Tudo vai caminhando e a gente nem percebe o quanto já andou. E as músicas que antes eram de tal, hoje são suas!
São suas, e eu não vou jogar fora algo assim tão bom. Que sentimento bom!
É porque meu amor; não vou suportar perder você, não mais. Mais uma vez não.
Eu te perdi, pra mim mesmo eu te perdi. Para o egoísmo, sei lá que tanto de sentimentos me fizeram a fazer tal besteira. Mas quero concertar as coisas, eu quero você...
Confie em mim que irei ver um mundo que existe atrás das coisas, luzes, sintonia: amor.
Na simplicidade do sorriso, da chuva, do beijo, do dormir... Do abraçar, do sentir, do chorar. Eu vou te mostrar...
Se me perderam? Perderam, agora é você.
Eu te amo... E como é bom ter esse sorriso comigo! É bom, passar mais um ano novo contigo!
Lembranças.
Das lembranças que tenho, apenas algumas são válidas.
A comida da minha vó, a farofa, a carne, e o fundo da panela com aquela farinha “dágua”, sem nada, sem temperos, sem ao mínimo técnica, mas amor. Uma pitada que seja, mas valia cada colherada na boca. Enchia, pela farinha, pela saudade, pela ternura.
Minha vó, como tenho saudade de não ter te tido mais aqui, de você conhecer meus filhos, de ver meus netos, não vai ver, mas eles sim. Você é um anjo.
Seu cheiro continua presente na maioria das pessoas, porque será? A saudade que vem corroendo meu coração é só por sentir que você podia ter esperado, Ele poderia ter feito você ficar mais um pouco, alguns anos...
Porque naquele tempo, eu não sabia nada de sentimentos, nada de saudades, nada de você. Sentar, conversar, conhecer e entender sua história. Conversar sobre filhos, sentar com você na cadeira, abraçar você quando visse, chorasse quando você chorasse, dizer um “boa noite”, falar um “bom dia”, chamar um “ Vóóóo” em voz alta, sabendo que você vem com aquele vestido florido azul cor bebe, a pele já não é a mesma, e seus passos já não são como antigamente. Eu sei, mas a caminhada é apenas o começo aqui, eu espero sinceramente ver a Senhora, Minha Avó lá onde os anjos se encontram. E lá você poderá abraçá-los, digo, meus filhos.. e claro, a mim, porque Vó...
Como eu tenho saudade, como eu queria ser um neto, um filho, um anjo.
A comida da minha vó, a farofa, a carne, e o fundo da panela com aquela farinha “dágua”, sem nada, sem temperos, sem ao mínimo técnica, mas amor. Uma pitada que seja, mas valia cada colherada na boca. Enchia, pela farinha, pela saudade, pela ternura.
Minha vó, como tenho saudade de não ter te tido mais aqui, de você conhecer meus filhos, de ver meus netos, não vai ver, mas eles sim. Você é um anjo.
Seu cheiro continua presente na maioria das pessoas, porque será? A saudade que vem corroendo meu coração é só por sentir que você podia ter esperado, Ele poderia ter feito você ficar mais um pouco, alguns anos...

Porque naquele tempo, eu não sabia nada de sentimentos, nada de saudades, nada de você. Sentar, conversar, conhecer e entender sua história. Conversar sobre filhos, sentar com você na cadeira, abraçar você quando visse, chorasse quando você chorasse, dizer um “boa noite”, falar um “bom dia”, chamar um “ Vóóóo” em voz alta, sabendo que você vem com aquele vestido florido azul cor bebe, a pele já não é a mesma, e seus passos já não são como antigamente. Eu sei, mas a caminhada é apenas o começo aqui, eu espero sinceramente ver a Senhora, Minha Avó lá onde os anjos se encontram. E lá você poderá abraçá-los, digo, meus filhos.. e claro, a mim, porque Vó...
Como eu tenho saudade, como eu queria ser um neto, um filho, um anjo.
#chato.
E quando eu andava? Lembrava. De poucos, dos muitos..
Lembrava. Eu Lembrava.
Andava naquele vasto campo de solidão e pensamentos e a noite já me cobria por si só. Os pensamentos obscuros e as músicas sem sentido daquela época voltam a tona. Que aventura não?
Não adianta você virar e dizer pra seu melhor que já viveu aventura maior, ou pra sua irmã. Não existiu, foi comigo!
Naquela noite, no muro, na arvore.. bem perto, respiração-respiração.
E as musicas vem e vão e nós estamos aqui comemorando o final de tudo.
Eu já estou cansado, bem cansado e vou te dizer: Pare de lembrar, não há sentido lembrar, nunca houve.. a aventurar-se sim.
-
Lembro só daquela frase do filme: “Você só vai estar realmente livre pra poder viver tudo que vem a viver quando perder tudo, o medo, a ternura, viver como se nada tivesse sentido, e como se tudo fosse acabar amanhã. Perto do fundo, você se ergue da escuridão, é o fôlego do afogamento, é a respiração em meio a fumaça, é o nascer, renascer das cinzas. Tudo um dia vai acabar, lentamente ou rapidamente pela sua vida e você vai virar e dizer: E porque não fiz isso e aquilo? E eu digo. Eu avisei..
Eu sempre digo. Chato.
...
Livros, baratas e vestibulandos. Canetas, guitarras e fotos. Canecas, canetas e lembranças. Tudo, que poderia, poderia.
Eu lembro hoje de como era gracioso esse sorriso, eu o olhava, encarava esse sorriso e desviava meu olhar, me auto-julgava tímido. Você lembra? Tuas mãos eram macias, mas não tanto, não se gabe. Andar gracioso, com as bolsas nas costas parecia a “batalhadora”, surtava ao ver desiqualdades porém se contentava com a verdade. A verdade. Você sabia não era?
Meu olhar dizia, era impossível não encarar teus olhos azuis, profundíssimos. Me jogava nesse muro de paixonite onde eu iria já imaginando as milhões de personalidades de te beijar, eu, inocentemente, sonhando em ti. Vê se pode?
Como, me diz como... e você é surreal mesmo e eu lembro.
Sentados debaixo do condomínio você disse o prego no meu coração: “Ainda não achei o que procuro.” E aqueles olhos... aqueles olhos, continuam a me assombrar aonde quer que eu vá.
Eu lembro hoje de como era gracioso esse sorriso, eu o olhava, encarava esse sorriso e desviava meu olhar, me auto-julgava tímido. Você lembra? Tuas mãos eram macias, mas não tanto, não se gabe. Andar gracioso, com as bolsas nas costas parecia a “batalhadora”, surtava ao ver desiqualdades porém se contentava com a verdade. A verdade. Você sabia não era?
Meu olhar dizia, era impossível não encarar teus olhos azuis, profundíssimos. Me jogava nesse muro de paixonite onde eu iria já imaginando as milhões de personalidades de te beijar, eu, inocentemente, sonhando em ti. Vê se pode?
Como, me diz como... e você é surreal mesmo e eu lembro.
Sentados debaixo do condomínio você disse o prego no meu coração: “Ainda não achei o que procuro.” E aqueles olhos... aqueles olhos, continuam a me assombrar aonde quer que eu vá.
Chave.
Nos dias que canso, nos dias que viro noite sem dormir. Penso e repenso nos passados constantes de minha vida. Nos dias que fiquei abraçado com você dentro do ônibus, e quando você me beijava na hora do intervalo na escola. Momentos vagos, podem até dizer que sinto falta do passado, mas não. Tudo é magia.
A música toca no meu subconsciente e eu vivo um sonho real. Cada momento, dos mais safados aos mais sinceros. Não que “safadesa” seja o oposto de sinceridade, mas vocês entenderam. Saber que as palavras que saem da minha boca naquela hora não são totalmente as palavras que eu queria dizer é complicado.
Daí as músicas param, a neve acaba e a chuva começa a cair. Você se foi. A lembrança que ficou, que ficava digo-me corrigindo, já não fica. Adorava seu jeito de auto-criticar enquanto falava, enquanto me explicava às matemáticas, os relacionamentos, as banalidades, e as coisas importantes da vida. Mas e as principais?
Você não me disse, não me deu as virtudes. Disso, eu precisei por mim mesmo descobrir. Escutar, escutar e escutar.
Enquanto as brigas aconteciam lá encima, eu estava lá embaixo, sentado e vendo a lua e as estrelas já sabendo o que viria... O que viria? A aurora.
- Será que nunca vou ser feliz? Perguntava-me isso todas as vezes que era obrigado a dormir as quatro da manhã, pra garantir que nada acontecesse, que ninguém apanhasse.
Os meus pensamentos soltos saem como livros mal digitados, e as banalidades e futilidades que não costumava dizer, já existem.
Quero ser eu mesmo, o esperto mas o sincero. O sagaz, mas o lerdão (fingindo ser). Quero ser o apaixonável e o apaixonante. Quero ser alguém.
Eu sentava na sala de estar dos meus amigos e ficava vendo os ponteiros girar, girar, girando...
O tempo está correndo, o piano cintilando, e a música parando...
- Não para, não para!
Eu sei que dá, eu sei que vai.
Já foi.
A música toca no meu subconsciente e eu vivo um sonho real. Cada momento, dos mais safados aos mais sinceros. Não que “safadesa” seja o oposto de sinceridade, mas vocês entenderam. Saber que as palavras que saem da minha boca naquela hora não são totalmente as palavras que eu queria dizer é complicado.
Daí as músicas param, a neve acaba e a chuva começa a cair. Você se foi. A lembrança que ficou, que ficava digo-me corrigindo, já não fica. Adorava seu jeito de auto-criticar enquanto falava, enquanto me explicava às matemáticas, os relacionamentos, as banalidades, e as coisas importantes da vida. Mas e as principais?
Você não me disse, não me deu as virtudes. Disso, eu precisei por mim mesmo descobrir. Escutar, escutar e escutar.
Enquanto as brigas aconteciam lá encima, eu estava lá embaixo, sentado e vendo a lua e as estrelas já sabendo o que viria... O que viria? A aurora.
- Será que nunca vou ser feliz? Perguntava-me isso todas as vezes que era obrigado a dormir as quatro da manhã, pra garantir que nada acontecesse, que ninguém apanhasse.
Os meus pensamentos soltos saem como livros mal digitados, e as banalidades e futilidades que não costumava dizer, já existem.
Quero ser eu mesmo, o esperto mas o sincero. O sagaz, mas o lerdão (fingindo ser). Quero ser o apaixonável e o apaixonante. Quero ser alguém.
Eu sentava na sala de estar dos meus amigos e ficava vendo os ponteiros girar, girar, girando...
O tempo está correndo, o piano cintilando, e a música parando...
- Não para, não para!
Eu sei que dá, eu sei que vai.
Já foi.
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